
2009!
Eu nunca imaginei sentir tanto amor. Não sabia e nem esperava que a vida a dois pudesse ser gostosa e enriquecedora. Adoro a pessoa que sou ao lado de você amor. Sempre aprendo ao seu lado. Seu incessante questionamento me fazem querer ser uma pessoa melhor a cada dia.
Por isso pra mim é tão dificil de ver abatidinho. É uma oportunidade de cuidar de vc, de te dar carinho, mas me machuca te ver assim, prostrado na cama,ardendo em febre, sem vontade de nada. Justo vc amor, tão cheio de vida. Sei que estou sendo exagerada, que perto do que passamos no final de julho, essa virose não é nada amor, nada. É que vc é meu zamozu lindo.
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Brenno e seu carrinho inseparável
Brenninho lindo, no clube.
Hoje o Caio teve um jogo amistoso, pelo futsal do clube. Eu estava muito feliz, embora um pouco dividida, pois meu zamozu estava doente, em casa. O Marcio está com febrão e muitas dores no corpo. Maiores detalhes nao sei, pois ainda estou de olho nele (os sintomas começaram ontem a noite, e ainda estao se manifestando hj).
Enfim, fui com os meninos ao clube, almoçamos por lá e esperamos dar a hora do jogo. Caio estava eufórico e nem conseguiu comer direito. FIcou tanto tempo se aquecendo que tava cansado antes do jogo hehehe. Foi interessante esse jogo. EU vi como os pais levam a sério isso! Gente eles só tem 5 anos, e os pais vibrando como se fosse final de campeonato. Os meninos todos de chuteira, caneleira e as orientações dos pais eram: “vai com tudo, vai com raça.entra rasgando” Te juro que fiquei chocada! Eu sei que a intenção do jogo amistoso é boa, maaas os pais levam a sério demais. As crianças, que pareciam estar mais desencanada, acabam sentindo a pressão, não tem jeito. Vou deixar o caio continuar no futsal, mas agora vou tratar de providenciar uma caneleira!!
Um fato que achei engraçado foi o Brenno. Ele tava lá passeando pelo clube, de qdo em vez, tentava entrar na quadra. Mas teve um momento que se cansou e veio pro meu colo. E na minha altura, conseguiu “ver” o jogo e o irmão!! E Brenno falava: “aaa chei, aaa chei, aaa chei”. Muito lindo isso!! Ele achou o irmão e não se contentava de alegria, queria entrar na quadra, pra ir lá junto com ele.
E pra variar, padrinho e madrinha, juntos neste momento tão importante do Caio!! Como sempre digo, eles são padrinhos mágicos gente!! Quero poder retribuir todo esse carinho à Julinha!!
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Caio Feliz na Serra da Canastra
Esse ano tivemos um dia das crianças diferente. Márcio teve uma incrível idéia de convidar meu pai e Caio para realizarem uma viagem à Serra da Canastra. Eu e Brenno ficamos. Não por falta de vontade, mas sim pelas circunstancias. Meu pai e marcio conseguiram folga até o dia 15/10(dia dos professores).
O meu dia das crianças com Brenno e família foi legal.Comida boa, pessoas alegres, conversas gostosas, crianças felizes!!Porém a ausência dos meus meninos foi muito sentida =)
Teve também a preocupação com a madrinha querida, que esteve internada no São Luiz por conta de um cálculo renal chato (quase 7 meses de gestação)!!Fiquei tão preocupada com minha amiga-irmã.Passei no hospital para deixar a lembrança para a minha sobrinha linda,a Júlia.
Mas o que eu queria comentar é o fascínio da descoberta do Caio, nesta viagem. No começo ele não estava tão animado para a viagem, tendo em vista que ia ser justo no dia das crianças e no aniversario do Téo, amigo de escola. Caio tb estava muito preocupado, pois o irmão Brenno não iria acompanhá-los, e ele não estava muito convencido disso.
Não tinha idéia do quanto o Caio havia gostado da viagem, mas no momento que eles retornaram e eram quase duas da manhã e ele, super empolgado, contava da viagem para mim e vovó Emiko, eu me dei conta de que essa viagem havia o marcado. Nunca, na vida do Caio, eu tive problemas em fazê-lo dormir, e nesta noite ele nao conseguia dormir, de tamanha alegria. Na manhã seguinte, no café, Marcio pergunta ao Caio: “Filho, vc gostou da viagem?” E ele: ” Sim eu adorei papai. Nem consegui dormir” E Márcio: “É mesmo filho, pq?” E Caio:” Porque eu estava muito feliz”. Sinceramente, eu não sei dizer o que me deixou mais feliz, se foi a viagem em si para a vida do Caio, ou a capacidade que ele teve em verbalizar um sentimento, pensar sobre!!
E ele já perguntou quando vai ser a próxima viagem hehehe.
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Eu não consigo encontrar assunto ou disciplina para postar com frequência. Muitas vezes os assuntos surgem em momentos que estou no trabalho, e de lá não acesso o blog. E quando chego em casa nem ligo o computador…
Resolvi que vou “copiar” a idéia da Thaís, e vou responder os comentários dos posts no próprio post. Acho que fica contextualizado. Aliás acho que muitas vezes não posto pq fico vagando pela net, nos blogs que eu gosto e deixo para entrar nesta casa por último. Acho que eu deveria inverter a ordem né? hehehe
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Meu pequeno completou 2 anos. Foi uma festa gostosa, pq esse ano resolvemos não fazer festa. Chamamos apenas meus pais e os pais do Marido, e os padrinhos dos meninos. E essa reuniãozinha foi gostosa, comida farta, papo bom e crianças felizes.
Essas datas fazem a gente pensar, e sem querer estamos refletindo sobre o que fomos e somos agora. Eu percebo que há dois anos eu estava começando a me encontrar. Foi um reencontro e com meu marido. A gente reafirmou nossa vontade de estar juntos, de aumentar a família, de se entender e se amar. O Brenno representou tudo isso para mim. Hoje vejo marido me ajudando tanto com os meninos, envolvido,e me emociono. Como os filhos nos modificam!!
Brenninho é esse menino forte desde pequeno. Nasceu com 51,5 cm e 3,490kg. Nunca teve nada grave e as viroses nunca o pegaram de jeito. Teve uma faringite em agosto deste ano, teve febrão, mas não vomitou e nem teve diarréia.
A gente aprende (de verdade) com a maternidade e com a individualidade dos filhos. Como cada um se comporta de jeitos distintos. O Brenno é muito ligado a mim. Não que o Caio não seja, acho que quem é mãe de mais de um filho entende o que eu quero dizer. Brenno é dengosinho, abraça com gosto, beija muito muito, pede para eu prender o cabelo para poder encostar a cabeça no meu ombro, fala comigo ao telefone e quando peço para desligar ele fala “nhaaaaoumm”, assim com esse denguinho.
Eu amo a pessoa que meus filhos me tornam. Com eles eu aprendo a observar os detalhes das nossas atitudes, das palavras, ações e sentimentos. Não sei como seremos no futuro, mas a cada dia que passa, mais e mais fico orgulhosa com nosso aprendizado mútuo.! Ai como nossa vidinha é boa!
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“Meus meninos” na festa junina deste ano.
Em junho deste ano, o cabelo do Caio estava assim, grande, bonito, estiloso. Até segunda-feira ele continuava grande, meio rocker. Eu particularmente acho bonito, mas via que estava incomodando-o, principalmente quando ficava caindo em seus olhos. Ele estava beatles total.
Nesta quarta-feira eu fui cortar o cabelo dele e ficou assim:
Caio com cabelo novo, comendo ameixa.
Hoje, aniversário do Brenno, o cabelo do Caio parece estar assentado:

Caio brincando com a meleca
Agora eu to amando esse cabelo novo hehehe!!
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Brenno torcendo pelo irmão!!
Sábado tivemos a Gincana do Folclore brasileiro na escola do Caio. A proposta era promover uma gincana sobre o folclore brasileiro, contendo a participação dos pais, amigos, crianças, avós. Foi muito divertido! Nosso time era o azul, e apesar de não ter um ganhador, foi muito gostoso brincar com as crianças. Tá certo que meu caçulinha não deu trégua e eu não pude brincar de verdade, representando o time azul, mas valeu ver os demais pais tão envolvidos. Lembrei muito dos meus tempos de “ondokai” e fiquei muito emocionada ao ver meus pequenos tão envolvidos. Surpreendeu a destreza do Caio na prova do ovo na colher. Não imaginei que ele estava com a coordenação motora tão desenvolvida.
Caio na prova do ovo na colher.
Apesar do calor escaldante, pudemos nos divertir. Faltou apenas a presença querida e linda da madrinha!!
No final aconteceu uma apresentação, uma espécie de despedida do infantil, pois ano que vem nossos pequenos estarão no Fundamental I, ou seja, irão cursar o 1º ano. Confesso que me emocionei. De um modo geral eu consigo ter um distanciamento e ver como a escola “monta” momentos para os pais, e comportamentos que são repetidos desde nossos tempos de escola.
Mas ao ver meu pequeno dançando, compenetrado, e olhando para mim, dedicando aquele momento para mim, apontando para mim, chorei chorei chorei. Filho eu te amo, pq vc é doce demais, feliz demais. Ensina a mamã a ver o mundo assim?!
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A internet me possibilitou muitos encontros. Ainda não passaram do virtual, mas há de se materializarem.
Nesses últimos anos eu me afastei de muitas pessoas queridas e tenho a esperança de reencontrá-las. Nas minhas andanças virtuais consegui “reencontrar” muitas pessoas, mas acabei me acomodando com o conforto de estar em casa e saber um pouco mais daquela amiga. Acredito que todo mundo já passou por essa sensação, pois o orkut serviu para isso não é minha gente? Queria entender o porque eu não consigo, de verdade, encontrar com esses amigos, que estão ausentes e que já fizeram tão parte do meu dia-a-dia. É claro que sei o efeito alienante do cotidiano, a gente vai vivendo os dias, as semanas, meses e anos. E eles se vão.
O problema é que eu AMO minha vidinha. Não imaginava que seria tão legal a vida de casada e de mãe…todos os dias são muito legais, sempre. Não quero dar uma de “Poliana”, já passei e passo vários perrengues, mas acho que no final, o sentimento que nos une, os relacionamentos criados, são tão bons, que a vida se torna suportável e até mesmo feliz.
Ainda quero reencontrar meus amigos, mas o que eu achei mais gostoso com a internet e a maternidade, foi o reencontro comigo mesma.
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Saudades de falar do Brenno. E agora com a gravidez da Maricota, tenho revivido muito minhas gestações, revivendo as emoções e sentindo saudades.
Descobrimos a gravidez do Brenno em Janeiro. Diferentemente do Caio, não consigo lembrar a data exata da descoberta. Só me lembro do momento. Marido pegou o resultado, me chamou no quarto e abrimos juntos. Choramos juntos de alegria.
Passei por duas situações distintas, Uma gravidez inusitada e uma gravidez planejada. Sei muito bem como é vivenciar as duas situações. O susto da descoberta de uma gravidez e a tristeza em se esperar um resultado positivo e ele não aparecer.
Como tenho a tendência de um aborto espontâneo, seguramos a nossa notícia até passar os 3 primeiros meses. Nesta época eu tive que fazer a circlagem, para assegurar a gravidez do Brenno. Sempre sofri muito nas minhas gestações, vomitando demais. Na gravidez do Caio emagreci 6 quilos e na do Brenno 4 kg. Fiz a circlagem, deu tudo certo e pude continuar a trabalhar até os 8 meses. Foi uma gravidez muito gostosa.
Aos 8 meses, seguindo a recomendação da minha obstetra, tive que fazer repouso pois já estava com 3 cm de dilatação. Com 37 semanas teria que tirar os pontos da cirurgia e provavelmente teria o bebê, mas o pequeno ficou mais duas semanas na minha barriga, nascendo de 39 semanas e 2dias. Na data marcada para a retirada dos pontos, contrai rota-virus. Meu deus do céu, que medo de ter o bebê e ele pegar essa doença, que é muito perigosa em recém nascidos. Foi um momento tenso, em que nada pude fazer, a não ser conversar com o pequeno, e arriscar, pois era necessária a retirada dos pontos, tendo em vista que eu queria e defendia o parto normal.
Como já havia passado por parto normal, e foi uma experiência incrível, transformadora, nem cogitava uma cesárea. Mas sabia que a minha médica era a favor da cesárea. E meu erro, foi ter continuado com ela. Como havia mudado de obstetra por duas vezes, fiquei com medo de abandonar e recomeçar com um outro médico no último trimestre. Como me arrependo por isso. Tenho certeza que teria tido um parto normal, caso meu médico estive favorável a isso.
No dia 14/09/2006 estava sentindo contrações espassadas de 10 em 10min. Passei a madrugada tendo contrações, e como iria ficar sozinha em casa neste dia, achei por bem, passar no hospital apenas para controle. Cheguei na Pro-matre as 7h da manhã, com marido, pois a escola dele era próxima do hospital. A idéia era ser observada e caso me liberassem retornaria para casa de táxi.
Pelo hospital, teriam me liberado, minha médica até me liberou em um primeiro momento, mas em um segundo ela pediu para eu ficar. Aí foi aquilo. Avisar marido, sogra ao meu lado, cunhado.
O hospital, com uma estrutura incrível para parto normal, com uma suíte especial, hidromassagem. Obstetriz maravilhosa, me incentivando, conversando. As 11h30min chega a médica pedante e tensa. Critica a postura do hospital e da equipe por não terem me dado o soro para estimular as contrações.
Hoje vejo que se eu tivesse me informado, procurado ajuda na internet, se tivesse tido contato com este grupo, meu caçula teria nascido de parto normal, ou pelo menos eu teria a certeza de que havia feito de tudo para isso. Tive que aguentar pressões por parte da médica, que ligava de 20 em 20min para o consultório para desmarcar as consultas e dizia “ainda estou aqui esperando”. Fiquei tensa. A obstetriz me acalmando e suportando o mau humor da médica. Sei que as 16h a médica começou a me dizer que estava começando um sofrimento fetal, ai eu tensa e maridos, sem sabermos o que fazer, concordamos com a cesárea. E foi neste momento que as contrações de verdade começaram a aparecer. Lembro de olhar no relógio (16:30) e pensar, nossa, agora sim, a dor do parto. Eu estava preparada para aquilo, mas aí o procedimento para cesárea já havia começado. As 17:30 o Brenno nasceu, de cesárea. Foi um momento incrível e conflitante. Eu tentava entender o sentido dele já estar nos meus braços sendo que eu nem havia percebido ao certo que ele havia nascido. Mas foi lindo, lindo. Olhei pra ele, um bebezão, todo redondo, gordo, nos meus braços. Meu bebê grandão. Brenno.
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